A Boa.
Lembram desta? Mais uma prova de que humor + gostosas é a fórmula perfeita da propaganda:
A ruim.
E os chinenses, depois de faturarem tudo nas Olimpíadas, mostram que o negócio deles ainda não é a propaganda. Da TBWA de Xangai para a Adidas:
É a onda abstrata da propaganda que chegou com tudo na terra de Mao Tsé Tung. Mas coitados, talvez o texto escrito em mandarim seja genial, ou talvez para quem está inserido naquela cultura faça algum sentido. Ou ainda, eu talvez esteja criticando só por inveja das dezenas medalhas olímpicas deles, já que o Brasil só fracassa.
A reflexão alheia.
Lendo o Intencional, achei interessante o desabafo da autora contra os empresários da propaganda de Florianópolis. Após ir a uma palestra promovida pelo clube de propaganda e marketing de SC, ela fez o seguinte relato:
"Mas o fato é: alguém já viu donos de agência em palestras como essas? Por favor, sejam sinceros. Eu reparo há tempos nisso e posso contar nos dedos de uma mão quantos eu vi lá. Isso porque nem eram das agências consideradas “grandes” em Floripa. Ai me vem mais perguntas na cabeça: será que eles já sabem de tudo e não precisam saber mais? Será que o assunto não interessa para o negócio deles? Será que o palestrante não é bom pra eles? Será que o estagiário vai mandar um relatório depois?"
Defendeu os estagiários e cuspiu na cara dos patrões, com toda razão, mesmo que eles não merecessem (?).

Oi Nivaldo obrigado pela citação, que bom que compartilhamos de opniões parecidas. A publicidade passa por um periodo de mudanças onde somente com muita discussão poderemos ter melhores produções originais e sem apelações tal qual vemos por ai.
ResponderExcluirEsperamos sua visita mais vezes, nós também continuaremos lendo seus textos.
Abraço e sucesso!
Vamos falar bem? O melhor é o guri mexendo a língua no finalzinho. É o instinto falando mais alto? Tem que ser muito sagaz pra comprar uma Kombi, definitivamente o garoto tem instinto de matador.
ResponderExcluirVamos falar mal? Ele é apenas um personagem, obra de ficção. Convenhamos, eu ainda prefiro o conversível. No mundo real! Crua realidade, afff...