quarta-feira, 11 de junho de 2008

O controle remoto criativo - Parte II, by Playboy.

Eu estava novamente no Ads of the World, desta vez procurando anúncios para mostrar como a direção de arte, ou a falta dela, pode destruir uma idéia. Por falta de sorte, ou pelas mãos divinas querendo me mostrar o caminho da união, o que encontrei foram vários trabalhos com design (ele mesmo, o carrasco da propaganda moderna) fantástico. Mas em uma outra oportunidade acabo com a raça desses destruidores de conceito.



O que mais me chamou atenção foi, mais uma vez, um controle remoto "criativo". A vítima da originalidade alheia dessa vez foi a Playboy TV. Vender o canal Playboy é fácil. Basta pegar uma das milhares de mulheres gostosas do plantel de Hugh Hefner, alguma das esposas do invejado empresário ou todas elas juntas, marcar com o coelhinho e pronto! Talvez alguma boa frase, uma frase sacana com a foto ou a falta de foto e uma frase adequada também serviriam, mas não, eles tinham que cagar no próprio cliente.

Ou melhor, eu posso estar errado, ou posso estar ainda mais certo. Acabei de ver que o anúncio é chinês. Talvez eles sejam proibidos de mostrar mulheres seminuas, mas só por isso não precisavam ter colocado uma camisinha rosa em um controle remoto. Só uma boa frase resolveria. Se eu fosse o Conar chinês teria tirado de circulação logo de cara, se é que foi veiculado. Fazer a galera da China (que tem 5 homens para cada rapaz) sentir vontade de pegar a bonitona da foto é proibido, mas incitar a auto-felação com um controle remoto quadrado, que sequer tem as pontas arredondadas, pode??????

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